Por favor indique-nos qual a melhor forma de entrar em contacto consigo


Por favor indique-nos qual a melhor forma de entrar em contacto consigo


Preparado para viver no cenário pós moratória?

Notícia Pós moratória

Preparado para viver no cenário pós moratória?

Em setembro de 2020 o Governo decidiu prolongar por mais seis meses, até 30 de dezembro de 2020, o prazo das moratórias de crédito às famílias e três meses depois, em dezembro de 2020, aprovava uma nova alteração, passando a permitir novas adesões até 31 de março de 2021.

 

Na mesma data do anúncio do novo prolongamento, o Banco de Portugal divulgava que o sistema bancário nacional havia concedido até então um total de 46 mil milhões de euros em moratórias de crédito. Dados mais recentes do supervisor bancário (de janeiro de 2021), revelaram que do volume total, 24,4 mil milhões de euros diziam respeito a empresas e 21,6 mil milhões de euros às famílias.

 

Face a este cenário e com o aproximar do fim das moratórias que serviram de balão de oxigénio é importante adotar mais um conjunto de estratégias que possam ajudar a equilibrar o orçamento das famílias, para quando tiverem de voltar a pagar mensalmente as despesas com os créditos que haviam assumido antes da pandemia.

 

Poupanças e fundo de emergência

 

Se há algo que a pandemia nos ensinou é que devemos estar preparados para todo o tipo de imprevistos, especialmente no que respeita a questões financeiras. Uma gestão cuidada do dinheiro disponível não só é responsável e desejável, como é também uma forma de conseguir concretizar objetivos, de tranquilizar o futuro e, sobretudo, de evitar sobressaltos e imprevistos.

Desde logo, e se ainda não o fizeram, o primeiro passo que as famílias portuguesas deverão dar é a constituição de um fundo de emergência ou de uma poupança. Este foi mesmo um dos caminhos que muitos dos portugueses acabaram por seguir para se prepararem melhor para o cenário pós moratórias. Dados oficiais revelaram que entre março e dezembro de 2020, o investimento de produtos de poupança do Estado (certificados de aforro e do tesouro) aumentou em todos os meses do ano, sendo que em dezembro de 2020 alcançaram os 700 milhões de euros.

 

E agora?

 

O retomar do pagamento das despesas com os créditos, principalmente o da Habitação, pode constituir um embate significativo no orçamento de algumas famílias, cujos rendimentos possam continuar a ser reduzidos nesta fase, aumentando assim o risco de incumprimento junto das entidades credoras.

Siga algumas das nossas dicas para manter uma gestão responsável do orçamento familiar e assim prevenir o risco de endividamento e conseguir poupar dinheiro que lhe permita cumprir com as obrigações e, simultaneamente, concretizar objetivos há muito desejados!

 

1 – Faça contas à vida!

Independentemente da situação laboral em que se encontre, o primeiro passo é fazer contas aos rendimentos da família, sejam eles rendimentos dos diferentes membros do agregado familiar, de rendas que possam obter, de subsídios ou prémios, mas também de poupanças constituídas, de ações e de dividendos. Coloque tudo numa folha de Excel e mantenha-a atualizada.

 

2 – Gira as suas despesas mensais

Identifique todas as despesas regulares para que as possa controlar e gerir de forma responsável e registe-as, por exemplo, na mesma folha de Excel acima referida. Como referido em cima, a poupança é fundamental, pelo que deverá colocar de parte, no início de cada mês, um mínimo de 10% dos rendimentos totais. Idealmente, o total das suas despesas mensais fixas não deverá ultrapassar os 30% do rendimento total. Caso esteja longe desta meta, será boa altura para renegociar todo o tipo de contratos como eletricidade, gás, seguros, telecomunicações, mas também créditos pessoais, automóvel ou até mesmo habitação.

 

3 – Crie uma lista de espera e atribua prioridades

Todos os tipos de desejos que não são essenciais devem entrar numa “lista de espera”, cujos vários pontos só serão satisfeitos quando houver margem de manobra suficiente no orçamento. Atribua uma lista de importância para cada um dos seus desejos, mas não coloque os mais difíceis de concretizar, mais onerosos, no topo para não criar frustrações desnecessárias. Feita uma lista de desejos equilibrada, crie de seguida uma estratégia e um conjunto de medidas para conseguir alcançar os objetivos delineados. Planos de poupança, renegociações de contratos, cortes de despesa e novas fontes de rendimento são sempre boas estratégias.

 

4 – Considere a consolidação da sua dívida

Se não consegue poupar nada, se as contas se começarem a acumular e lhe for difícil arranjar novas fontes de receita, poderá considerar aderir ao crédito consolidado, que lhe permite juntar todos os outros créditos num só, de forma a ter uma única mensalidade mais reduzida. Efetivamente, o crédito consolidado é uma solução financeira que pode ser utilizada para reduzir as suas mensalidades com créditos, por vezes até 60%, ou para conseguir uma folga financeira extra no final de cada mês. Esta é uma solução relativamente eficaz para combater rapidamente o sobre-endividamento, em especial para as pessoas que estão estranguladas com créditos de curto prazo e não têm qualquer folga financeira mensal.

 

Quer saber mais sobre a consolidação?

A One Key pode ajudar. Saiba que todo o processo de consolidação é gratuito, do princípio ao fim.

Estudamos o seu caso concreto >> dizemos-lhe quanto vai ser a sua poupança no total, sem qualquer compromisso ou custo para si.

 

PEDIR UM ESTUDO GRÁTIS